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Três de Maio, Rio Grande do Sul, Brazil
Sou Robson Weiss Machado,Profissional da Área de TI (Tecnologia da Informação), nasci em São Luiz Gonzaga - um dos 07 Povos da Missões, resido atualmente em Três de Maio- RS, gosto daqui, mas tenho um perfil nômade (adoro viajar e conhecer lugares). Ja trabalhei no comércio, como atendente,vendi pastéis de bicicleta, fui monitor de curso pré-vestibular, seminarista, enfim, fiz de tudo um pouco. Sou Bacharel em Sistemas de Informação, Pós-Graduado em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos e futuro mestrando em Desenvolvimento. Sou um apaixonado pela vida, adoro ter amigos e penso que o mundo pode e vai melhorar, afinal: só depende de nós.

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Lembre-se de que vai dar tudo certo! Se ainda não deu, é porque ainda não acabou.



"Tudo se enquadra dentro da Lei Causa e Efeito, e a felicidade não foge a essa lei. Descobrir a causa será, pois, descobrir a chave do problema. A solução da incógnita está na compreensão do amor altruísta." (Mokiti Okada)
Quando tudo parece falhar. Quando as coisas não acontecem a contento.
Lembre-se: "Está tudo certo".

Há momentos em que somente nos resta a força de vontade.

Em outros somente temos a esperança.
E, por fim, resta-nos a fé.
Aquele sentimento de que precisamos crer em algo, aquela certeza
de que não estamos sozinhos.

Torne-se uma pessoa capaz de suportar todos os

reveses da vida, aceitando-os com um sorriso.

domingo, 23 de outubro de 2011

UM OLHAR DIFERENTE NAS ORGANIZAÇÕES

Quando falamos em comportamento humano nas organizações, nos deparamos com três elementos: a empresa, o funcionário e a cultura. Como três irmãos inseparáveis, estes sujeitos da ação fazem com que o espetáculo aconteça no palco do mercado competitivo de trabalho sob as vistas largas do grande pai chamado: tempo.

Durante as diversas situações presentes no ambiente onde estes elementos estão inseridos urge a necessidade de seguir um lema, que muitas vezes faz-se dilema: a gestão de si mesmo. Adaptar-se as mudanças e desenvolver habilidades diversas constituem uma espécie de “kit de sobrevivência” para que os sujeitos possam se manter ativos e em condições de lutar pelo pão nosso de cada dia, o qual apresenta-se sobre a forma de resultados. Este pão, tão indispensável a sobrevivência de nossos personagens, por vezes é mais difícil, por vezes é mais tranqüilo de se obter. Contudo, sempre traz um tom de desafio consigo, a fim de impulsionar a vitória sobre os obstáculos encontrados.
Com o advento do capitalismo, a influência do tempo sobre os demais personagens ganhou mais intensidade, na medida em que a corrida pelo capital, ou ainda, pelo seu aumento, tornou mais acirrada e, por que não, cruel a interação entre diferentes irmãos. Cada trio de irmãos possui como mãe a família e como primo distante (mas que deveria ser mais próximo) o lazer. Esta família vive muito separada e diversas vezes pouco conversa, cada qual tem os seus motivos, mas todos admitem em uníssimo a falta que lhes faz este contato aparentemente esquecido.
Acompanhando as mudanças surgiu um primo de terceiro grau, que vem acentuando a dispersão desta família. Ninguém sabe quando nem onde surgiu o capitalismo, mas de uma coisa todos hão de concordar: o capitalismo caiu nas graças deste primo terceiro: "Individualismo". Da etimologia da palavra temos que a origem dessa palavra é o latim: "in" - significa o contraio: não pode separar e "dividuus" - vem de "dividere" = separar. Atualmente, o individualismo moderno possui um sentido de divisão e fuga, pois cada indivíduo passa a viver a busca por seu crescimento no ambiente competitivo, deixando o cuidado e altruísmo para com seu semelhante como uma vaga lembrança do passado.
Como boa mãe, a família tenta a todo custo resgatar estes personagens e conta com a ajuda do primo (lazer) para facilitar essa aproximação. Todas as mães tentam, mas nem todas obtêm sucesso, algumas fraquejam e perdem suas forças no caminho percorrido. Há casos em que até ficam afastados por período mais longo, mas mãe é mãe e sabe perdoar tendo grande capacidade de reconciliação. Empresa e funcionário criam uma relação muito próxima, pois é no ambiente de trabalho que passam a maior parte das horas do dia e, por isso, faz-se necessária uma forte gestão de si mesmo para conciliar as exigências de ambas as partes (profissional e pessoal).
A influência da cultura pesa decisivamente no resultado destas relações entre os elementos anteriormente mencionados. Inicialmente as empresas atuavam de forma mais fechada e centralizada. Tal atitude exigia um comportamento mais submisso e acomodado dos empregados. Com as mudanças ocorridas a realidade apresenta-se bem mais hostil e aberta, onde muitas vezes a melhor certeza vem a ser a incerteza. Algo como: hoje estou empregado, amanhã já não sei. Por parte das empresas também existe semelhante dúvida: hoje tenho meu colaborador, amanhã ele pode estar “pedindo as contas”.  Na atual sociedade líquida, tudo flui  num rio repleto de curvas e obstáculos que corre sempre para o mar (capital).
O pai (tempo) sempre está cuidando dos seus filhos, fazendo-os sentir a sua autoridade a todo o momento. A empresa tornou-se o filho predileto e, como tal, ganhou mais regalias por parte do pai. O funcionário é o filho mais exigido pelo pai, que faz surgir uma nova modalidade de relacionamento entre as partes: o trabalho imaterial. Tal modalidade vem a prejudicar ainda mais a relação entre a mãe e o primo (família e lazer), mas como a empresa é o filho predileto....Neste contexto a cultura vem a ser o filho rebelde que nem sempre obedece ao pai, mas que possui um bom relacionamento com a empresa e adoram pregar peças e fazer brincadeiras com o funcionário. A este último cabe ter paciência e muita vigilância de suas atitudes e sentimentos para mostrar aos irmãos, primos, pai e mãe o seu verdadeiro valor.
Dado o exposto somos levados a crer que o olhar diferente das organizações independe do tamanho ou atividade das mesmas, mas está diretamente vinculado as pessoas que a mantém e interagem no mercado, influenciadas pelo tempo e pela cultura, mas ainda possuidoras de liberdade no que diz respeito as suas ações, pois: “você é o resultado das suas escolhas”.

domingo, 28 de agosto de 2011

INTERNET E DIREITO DO TRABALHO

A partir do momento que a empresa disponibiliza para seus funcionários o acesso à tecnologia, cabe a instituição (seja ela pública ou privada) orientar os colaboradores sobre a correta utilização dos serviços tecnológicos. Quando uma organização contrata os serviços de uma pessoa, são estabelecidos direitos e deveres de um para com o outro. Neste contexto, surge o princípio da vida privada e da intimidade, pois a empresa contrata o lado profissional do colaborador, mas este não disponibiliza o seu lado pessoal, que constitui sua privacidade dentro da empresa.

Dentre os serviços tecnológicos utilizados pelas empresas, o serviço de correspondência eletrônica vem a ser o que mais se destaca, afinal: “Depois da alimentação, a comunicação é a principal necessidade humana.” Se comunicar-se é importante, comunicar-se bem é imprescindível dentro de um ambiente empresarial. Por isso, a grande maioria das empresas tem adotado políticas e normas internas de utilização de tais serviços. Neste sentido a troca de e-mails caracteriza uma prática constante e diária nas instituições. Tal prática tem demonstrado a crescente influência da internet na vida trabalhista e o número crescente de ações trabalhistas vinculadas ao direito de inviolabilidade da correspondência, ou violação de privacidade.

No sentido de controlar a utilização da tecnologia e saber se o funcionário está trabalhando ou utilizando o tempo dentro da empresa para realizar outras atividades está ocorrendo o monitoramento eletrônico. Este procedimento consiste na vigilância das atividades on-line dos empregados e é feito através de programas que compilam os dados baseados nas páginas visitadas, tempo gasto em cada página, número de mensagens eletrônicas e seus tamanhos, conteúdo das mensagens e anexos e tempo total gasto em atividades eletrônicas.

Todo processo envolvendo ações trabalhistas depende da interpretação do magistrado. Um bom exemplo vem a ser o caso de Desídia: falta de interesse no trabalho – que pode gerar demissão por justa causa. Para este tipo de situação entende-se que o funcionário contratado pela empresa deve estar à disposição da mesma durante o horário de expediente. Por isso, se o funcionário ficar, por exemplo, 30 minutos pesquisando coisas na internet entende-se que o funcionário está fora da empresa neste tempo.

Diante de tal situação as empresas são condicionadas a modificar e atualizar seus códigos de ética e normas internas, vinculando-os com os ambientes digitais. Para suprir esta necessidade de mercado surgem os escritórios especializados em direito digital, os quais procuram arbitrar as constantes desavenças entre direito do empregado x interesse do empregador

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Eliminação da Ignorânica

Viver em sociedade é uma arte: a arte de relacionar-se. Conflitos são decorrentes das relações humanas, mas a violência representa o extremo deste atrito e só poderão ser solucionadas através de políticas de reformulação sócio-econômica.

A aplicação de medidas de caráter repressivo e punitivo tem um efeito temporário e passageiro. Tal como um medicamento, afeta o sintoma e não a causa. Repreender e punir apenas acalma a situação temporariamente, contudo não solucionam o problema. Como exemplo há o caso da invasão por parte da polícia das favelas no Rio de Janeiro. Fato este forte e punitivo, no entanto, uma ação paliativa e não definitiva.

No que tange às políticas sócio-econômicas para redução das desigualdades há o exemplo dos programs de apoio e incentivo à educação como: PROUNI, ENEM, UNIPAMPA (no interior do RS), etc. Estas ações sim, tem a característica de mudança, pois trabalham no sentido de despertar o cidadão para uma nova visão de mundo, demonstrando através do conhecimento que existem outras alternativas além da violência.

Dado o exposto, somos levados a crer que a construção de uma sociedade mais pacífica depende de uma reforma social e econômica que vise primeiramente resolver uma questão: a diferença de pensamento dos cidadãos. Somente desta forma poderemos eliminar a ignorância, tratando o problema e não o sintoma

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

"Dois e Dois são Quatro"

Como dois e dois são quatro
Sei que a vida vale a pena
Embora o pão seja caro
E a liberdade pequena
Como teus olhos são claros
E a tua pele, morena
como é azul o oceano
E a lagoa, serena

Como um tempo de alegria
Por trás do terror me acena
E a noite carrega o dia
No seu colo de açucena

Sei que dois e dois são quatro
Sei que a vida vale a pena
Mesmo que o pão seja caro
e a liberdade pequena.


terça-feira, 2 de agosto de 2011

O FRASCO DE MAIONESE E CAFÉ

Quando as coisas na vida parecem demasiado,
Quando às 24 horas por dia parecem pouco e não são suficientes...
 Lembre-se do frasco de maionese e do café.
  Um professor, durante a sua aula de filosofia, sem dizer uma palavra, pega um frasco de maionese e esvazia-o... Tirou a maionese e o encheu com bolas de golf.
A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.  
Então o professor pega uma caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então... O professor pegou outra caixa... Uma caixa cheia de areia e a esvaziou para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam um unânime "Sim!”. Em seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir...Repararam que o professor estava sério e este, em seguida, lhes disse:
 'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA'.
 As bolas de golf são as coisas Importantes: como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.
São coisas, que mesmo que se perdêssemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
 As pedrinhas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.A areia é tudo o demais,as pequenas coisas.
'Se puséssemos  1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf. O mesmo acontece com a vida'.
Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.
Brinque ensinando  os seus filhos,
Arranje tempo para ir ao medico,
Namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora,
Dedique algumas horas para uma boa conversa com seus amigos.
Pratique o seu esporte ou hobbie favorito.
  Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro...
Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas
que realmente importam na sua vida.
 Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...
 Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.
O professor sorriu e disse:
“... o café é só para vos demonstrar que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com aqueles que são importantes na nossa vida.”

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Linguagem do Corpo

Pela linguagem do corpo, você diz muitas coisas aos outros. E eles têm muitas coisas a dizer pra você. Também nosso corpo é, antes de tudo, um centro de informações para nós mesmos.

Quando nos encontramos com alguém, pela primeira vez, ficamos sempre com uma determinada impressão dessa pessoa logo no primeiro minuto. Observando não só o seu vestuário, mas também a sua postura, o aperto de mão, a pontualidade e até os movimentos dos braços e pernas podemos tirar uma primeira impressão, mesmo ela não tendo se expressado verbalmente. Está na hora de dar atenção à sua linguagem não verbal, ela é muito mais importante do que pensa!

A grande maioria das pessoas ignora a existência da linguagem do corpo quando se relacionam. Gestos, olhares, posições do corpo, etc. comunicam normalmente a verdade que as palavras não conseguem dizer, portanto seja o mais sincero possível, para não ser traído pelo corpo. De acordo com o livro “ O Corpo Fala”, o corpo humano é dividido em três partes: Águia (cabeça- controle e inteligência), Leão (tórax- emoção) e Boi (abdômen- desejos instintivos). Então, uma pessoa com a cabeça (controle) baixa, curvada para frente (tórax e abdômen reprimidos), passa uma imagem de submissão total. Ao contrário, cabeça ereta e coluna reta mostram que você é uma pessoa segura de si.

Em pesquisas feitas por cientistas não-verbalistas mostram a estimativa da proporção verbal/ não verbal do comportamento e concluiu que 55% da mensagem é transmitida via linguagem corporal. Ainda segundo o mesmo estudo, a voz é responsável por 38% e as palavras apenas por 7%.

Assim, por mais que controlemos nossos gestos, eles fazem parte da linguagem do inconsciente e as palavras da linguagem do consciente. Desta forma, podemos perceber que o conhecimento da linguagem não verbal é imprescindível para quem deseja harmonia nas relações interpessoais.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

RESILIÊNCIA NO COTIDIANO

“No princípio havia o verbo.” Verbo é uma classe gramatical que indica ação, esta última remete a palavra movimento, e este, como processo de “fluir” determina todas as coisas. Determinar as coisas, saber, ter conhecimento, obter respostas vem a ser a grande sina da humanidade. Neste caminho, repleto de árduos desafios e inesperadas surpresas, tudo parece ficar confuso e complexo. A própria leitura deste parágrafo pode parecer confusa. Entretanto, estamos no caminho certo, afinal de contas: por mais que o ser humano desenvolva suas habilidades e intelecto, o entendimento sobre a mente humana é algo ainda distante.
Quando se fala em rotina, vida diária ou cotidiana, uma palavra surge em disparada: desafio. Somos desafiados e testados o tempo todo, independente de nossa vontade, afinal aprendemos que isso faz parte do espetáculo. Nesta “peça da vida” podemos ser atores principais ou quadjuvantes e, neste contexto, surge a resiliência como uma forma de tornar estas provações partes integrantes ou capítulos de uma história que poderá ter um final feliz, ou não.
Diante de adversidades, sempre são trilhados novos caminhos, independente da vontade das partes envolvidas. A resiliência, como capacidade inerente de algumas pessoas a responder de maneira positiva aos reveses da vida, demonstra a perfeição da natureza. Nosso cérebro, diante do grande volume de neurônios, quando surge um obstáculo (morte de algum neurônio) descobre um novo caminho ou ainda cria uma via alternativa para superar aquela dificuldade e manter o equilíbrio das atividades. Os neurônios não podem se reproduzir e nem renascer. Uma vez morto o neurônio, a natureza precisa encontrar uma maneira de compensar a sua falta. Da mesma forma que os neurônios são insubstituíveis, as diversas situações e oportunidades da vida também o são. Um momento passado não voltará, sendo necessário colher “o fruto da situação”, ou ainda, enxergar qual caminho aquela experiência nos levará a trilhar. Algumas pessoas têm maior facilidade em perceber o resultado, outras nem tanto. Contudo, independente de quão profundo é o conhecimento e/ou sensibilidade da pessoa, cada um sabe as alegrias e a dor que traz no coração.
        Como diz o filósofo Mokiti Okada: “Lamúria gera lamúria, agradecimento gera gratidão.” Reclamar da situação, ser vítima ou arrepender-se por não ter feito algo. Tais atitudes mentais refletem a realidade de uma massa cada vez mais crescente de pessoas, as quais se acostumam com a situação, chegando ao ponto de não perceber o quanto são vítimas de si mesmas. Buda enfatiza que “o homem deve libertar-se das paixões mundanas” e alcançar o estado de harmonia espiritual. Já Jesus relembra nosso compromisso de sermos fortes e de “não cair em tentação”. Todos os personagens citados até agora, percorrem os sabores e saberes ligados a religião, mas dentre os cientistas também encontramos pensamentos que nos levam a refletir sobre a condição humana. Albert Einstein já dizia: “Only a life lived for others is worth living”. Independente do campo do conhecimento humano, o homem desconhece seu verdadeiro potencial, mas à medida que progride aproxima-se cada vez mais de um estado onde a resiliência passará a ser inerente ao ser humano.

domingo, 24 de julho de 2011

O PAPEL DO GESTOR NO TRABALHO DE EQUIPE

Quando falamos em gestão de pessoas, somos remetidos a função de uma pessoa em específico: o líder ou gestor. Tal indivíduo tem a função e, por que não dizer, a missão de guiar e conduzir o grupo em direção a um objetivo em comum. Quando se fala em líder ou liderança a conotação de poder vem à tona. Parece que as palavras líder e poder possuem uma ligação intrínseca. Mas será que para liderar precisa-se de poder? É possível ter poder e não conseguir liderar? O que vem a ser poder? O que vem a ser um líder?
A palavra líder tem origem no vocábulo inglês “Leaden”, o qual era o causativo de “lithan”, que significava «ir» e «viajar». Corresponde ao germânico “leiten”, que, atualmente, na língua alemã, significa: conduzir, guiar, dirigir, reger e governar. Quando se fala em conduzir ou dirigir, vem à tona a idéia do gerente ou chefe. Entretanto chefe e líder são duas coisas distintas. Um bom líder pode ser um bom chefe, mas não vale à recíproca. A palavra liderar significa, em sua raiz, “ir, viajar, guiar”. Liderança tem, assim, um sentido cinestésico, um senso de movimento. Os líderes “vão primeiro”; são pioneiros. Aventuram-se em território inexplorado e nos guiam em rumo a lugares novos e desconhecidos. Diferentemente do que todos pensam manage (gerenciar) é uma palavra que significa “mão”. Em sua essência gerenciar significa “manipular” as coisas, manter a ordem, organizar e controlar. A diferença básica entre gerenciamento e liderança pode ser percebida nas raízes etimológicas das duas palavras - a diferença entre manipular as coisas e ir a lugares. O papel dos líderes é nos conduzir a lugares onde nunca estivemos antes. Já a arte de gerenciar, procura atender as necessidades e objetivos de determinada situação, sem ter a preocupação de guiar ou conduzir as pessoas, mas sim os resultados que se espera delas.
Dentro de uma equipe há um fator de vital importância: a motivação. Motivar uma equipe pode ser considerada uma das mais difíceis tarefas de um gestor, visto que as diferenças prementes em cada indivíduo tornam escassos os meios de melhor motivar. A despeito de todas as dificuldades de se motivar uma equipe, o papel do gestor deve contemplar a criação de um ambiente de trabalho adequado a execução das atividades e possibilitar um espaço de interação onde a comunicação possa fluir.
Para conhecer outras pessoas, primeiramente é preciso conhecer a si mesmo. Conhecer-se e saber lidar com as próprias emoções, pondo-as a favor das, impulsionando as atividades vem a ser um grande desafio para o gestor. Entretanto, este fator vem a ser decisivo dentro de um trabalho de equipe, a ponto de colocá-la em vantagem sobre as demais, pois um grupo emocionalmente equilibrado é capaz de exercer qualquer atividade com excelência e destreza. A inteligência emocional é uma realidade na vida de todos, mas um privilégio de poucos o saber utilizar.
Diante do exposto somos levados a crer que a liderança relaciona-se com as qualificações do líder/gestor, já o poder está vinculado ás situações que surgem no desempenho do direito do livre arbítrio, ou seja, nas escolhas feitas por cada um.

O ÓRGÃO PÚBLICO SOB A ÓTICA EMPREENDEDORA

   Diante de um órgão público as regras que definem as relações de hierarquia: (chefe X subordinado) apresentam-se, via de regra, de uma maneira diferente da instituição privada. Tal diferença acentua-se na medida em que o funcionário público define a sua estabilidade de carreira. Quando falamos em empreendedorismo nas organizações, nos deparamos com três elementos: a empresa, o funcionário e o mercado. Como três irmãos inseparáveis, estes sujeitos da ação fazem com que o espetáculo aconteça no palco da gestão de atividades e pessoas, sob as vistas largas do grande pai chamado tempo.

  A influência da cultura pesa decisivamente no resultado destas relações entre os elementos anteriormente mencionados. Inicialmente o órgão público atuava de forma mais fechada e centralizada, apoiando-se na estabilidade de emprego. Tal atitude proporcionava um comportamento mais indiferente e acomodado dos empregados. Gradativamente ocorreram mudanças e a realidade apresenta-se bem dinâmica na medida em que os princípios da liderança real despontam como busca incansável por parte de alguns gestores. A liderança real diferencia-se da liderança convencional, pois se sustenta na capacidade de influenciar pessoas fazendo-as perceber e acreditar nas vantagens decorrentes das atividades propostas pelo líder.

   O pai (tempo) sempre está cuidando dos seus filhos, fazendo-os sentir a sua autoridade a todo o momento. A interação dos três irmãos (empresa, funcionário e mercado) ocorre de forma constante e ininterrupta, sendo que o mercado, aparentemente mais distante nas relações, exerce forte influência sob os demais. Tal fato pode ser exemplificado a partir da recente mudança das notas fiscais convencionais para a nota fiscal eletrônica, a qual exige uma adaptação da empresa e dos funcionários. Muitos exemplos poderiam ser citados, mas o importante é ressaltar a necessidade de aceitação e familiarização com a mudança: uma constante nos dias atuais.

   Atividades diferenciadas e com caráter inovador e/ou empreendedor são vistos geralmente com desconfiança e tidos como desnecessários a instituição. Grande é o esforço despendido para conseguir promover mudanças, independente do setor escolhido. É sabido que as pessoas possuem forte resistência a mudança e, num órgão público, os servidores comprovam ainda mais este conhecimento. Todavia, os irmãos empresa e funcionário são constantemente pressionados pelo irmão mercado a mudarem sua atitude sob pena de receberem alguma punição legal ou ainda deixarem passar alguma oportunidade importante para a instituição.

   Impulsionar e incentivar o empreendedorismo em um órgão público parece, num primeiro momento, algo de “outro mundo”. No entanto, a despeito de todas as adversidades de forças contrárias, o pai (tempo) nos ensina que o maior potencial humano depende dele e que as relações entre as pessoas ocorrem de forma mais agradável e produtiva se o potencial individual for valorizado e utilizado.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Tears In Heaven
Would you know my name
if I saw you in Heaven?
Would it be the same
if I saw you in Heaven?

I must be strong and carry on,
'Cause I know
I don't belong
here in Heaven.

Would you hold my hand
if I saw you in Heaven?
Would you help me stand
if I saw you in Heaven?
I'll find my way
through night and day,
'Cause I know
I just can't stay
here in Heaven.

Time can bring you down;
time can bend your knees.
Time can break your heart,
have you begging please,
begging please.

Beyond the door
there's peace I'm sure,
And I know
there'll be no more
tears in Heaven.

Would you know my name if I saw you in Heaven?
Would it be the same if I saw you in Heaven?
I must be strong and carry on,
'Cause I know I don't belong here in Heaven

Lágrimas no céu 
Você saberia meu nome
Se eu o visse no paraíso?
Seria o mesmo
Se eu o visse no paraíso?

Eu devo ser forte e seguir em frente
Porque eu sei
Que não pertenço
Aqui ao paraíso.

Você seguraria minha mão
Se eu o visse no paraíso?
Você me ajudaria a ficar em pé
Se eu o visse no paraíso?
Encontrarei meu caminho
Pela noite e pelo dia,
Porque eu sei
Que não posso ficar
Aqui no paraíso.

O tempo pode te derrubar,
O tempo pode te fazer ajoelhar.
O tempo pode quebrar seu coração,
Você implora por favor
Implora por favor.

Além da porta

 Existe paz, tenho certeza,
E eu sei
Que não haverá mais
Lágrimas no paraíso.

Você saberia meu nome se eu o visse no paraíso?
Você seria o mesmo se eu o visse no paraíso?
Eu devo ser forte e seguir em frente,
Porque eu sei que não pertenço aqui ao paraíso