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Três de Maio, Rio Grande do Sul, Brazil
Sou Robson Weiss Machado,Profissional da Área de TI (Tecnologia da Informação), nasci em São Luiz Gonzaga - um dos 07 Povos da Missões, resido atualmente em Três de Maio- RS, gosto daqui, mas tenho um perfil nômade (adoro viajar e conhecer lugares). Ja trabalhei no comércio, como atendente,vendi pastéis de bicicleta, fui monitor de curso pré-vestibular, seminarista, enfim, fiz de tudo um pouco. Sou Bacharel em Sistemas de Informação, Pós-Graduado em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos e futuro mestrando em Desenvolvimento. Sou um apaixonado pela vida, adoro ter amigos e penso que o mundo pode e vai melhorar, afinal: só depende de nós.

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Lembre-se de que vai dar tudo certo! Se ainda não deu, é porque ainda não acabou.



"Tudo se enquadra dentro da Lei Causa e Efeito, e a felicidade não foge a essa lei. Descobrir a causa será, pois, descobrir a chave do problema. A solução da incógnita está na compreensão do amor altruísta." (Mokiti Okada)
Quando tudo parece falhar. Quando as coisas não acontecem a contento.
Lembre-se: "Está tudo certo".

Há momentos em que somente nos resta a força de vontade.

Em outros somente temos a esperança.
E, por fim, resta-nos a fé.
Aquele sentimento de que precisamos crer em algo, aquela certeza
de que não estamos sozinhos.

Torne-se uma pessoa capaz de suportar todos os

reveses da vida, aceitando-os com um sorriso.

domingo, 24 de julho de 2011

O ÓRGÃO PÚBLICO SOB A ÓTICA EMPREENDEDORA

   Diante de um órgão público as regras que definem as relações de hierarquia: (chefe X subordinado) apresentam-se, via de regra, de uma maneira diferente da instituição privada. Tal diferença acentua-se na medida em que o funcionário público define a sua estabilidade de carreira. Quando falamos em empreendedorismo nas organizações, nos deparamos com três elementos: a empresa, o funcionário e o mercado. Como três irmãos inseparáveis, estes sujeitos da ação fazem com que o espetáculo aconteça no palco da gestão de atividades e pessoas, sob as vistas largas do grande pai chamado tempo.

  A influência da cultura pesa decisivamente no resultado destas relações entre os elementos anteriormente mencionados. Inicialmente o órgão público atuava de forma mais fechada e centralizada, apoiando-se na estabilidade de emprego. Tal atitude proporcionava um comportamento mais indiferente e acomodado dos empregados. Gradativamente ocorreram mudanças e a realidade apresenta-se bem dinâmica na medida em que os princípios da liderança real despontam como busca incansável por parte de alguns gestores. A liderança real diferencia-se da liderança convencional, pois se sustenta na capacidade de influenciar pessoas fazendo-as perceber e acreditar nas vantagens decorrentes das atividades propostas pelo líder.

   O pai (tempo) sempre está cuidando dos seus filhos, fazendo-os sentir a sua autoridade a todo o momento. A interação dos três irmãos (empresa, funcionário e mercado) ocorre de forma constante e ininterrupta, sendo que o mercado, aparentemente mais distante nas relações, exerce forte influência sob os demais. Tal fato pode ser exemplificado a partir da recente mudança das notas fiscais convencionais para a nota fiscal eletrônica, a qual exige uma adaptação da empresa e dos funcionários. Muitos exemplos poderiam ser citados, mas o importante é ressaltar a necessidade de aceitação e familiarização com a mudança: uma constante nos dias atuais.

   Atividades diferenciadas e com caráter inovador e/ou empreendedor são vistos geralmente com desconfiança e tidos como desnecessários a instituição. Grande é o esforço despendido para conseguir promover mudanças, independente do setor escolhido. É sabido que as pessoas possuem forte resistência a mudança e, num órgão público, os servidores comprovam ainda mais este conhecimento. Todavia, os irmãos empresa e funcionário são constantemente pressionados pelo irmão mercado a mudarem sua atitude sob pena de receberem alguma punição legal ou ainda deixarem passar alguma oportunidade importante para a instituição.

   Impulsionar e incentivar o empreendedorismo em um órgão público parece, num primeiro momento, algo de “outro mundo”. No entanto, a despeito de todas as adversidades de forças contrárias, o pai (tempo) nos ensina que o maior potencial humano depende dele e que as relações entre as pessoas ocorrem de forma mais agradável e produtiva se o potencial individual for valorizado e utilizado.

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